Decretei minha liberdade, carta para quem não quer me ler



Na ausência da minha lucidez, questionei se você era minha doença ou a cura e agora, recuperada a consciência e a razão, penso que era apenas meu vício.

Me liberto plenamente de ti, da tua prisão, como um viciado se liberta da droga e abro todos as portas do meu coração, apenas deixando você partir para bem longe de mim. Vá. Vá e não volte mais, mantendo em mim o desejo do seu retorno e escancarando todas as portas e janelas ao mesmo tempo em que abro meu caderno de anotações e apago todas as mensagens que um dia escrevi

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