Greg e sua gang



O ônibus estacionou em frente à pousada vizinha. No meio do burburinho juvenil em contraste com com nosso grupo de meninas melancólicas naquela tarde ensolarada e quente, ele se destacou. Calça jeans, camiseta branca básica, jaqueta de couro. Olhei em direção a ele franzindo a testa por causa do sol forte e aparando a mão sobre meus olhos e questionei, quase que sussurrando às minhas amigas: "mas por que diabos alguém estaria usando usando jaqueta de couro com esse calor infernal?". Ele parou, olhou para trás em minha direção e sorriu.

Relacionamentos virtuais




Em 2010 uma vez uma pessoa muito especial e querida para mim me perguntou: "Será que o afeto virtual é dissociado do afeto real? Será ele um preflexo, um prolongamento ou apenas uma quimera?". Respondi que minha experiência com a grande teia nos últimos 18 anos me demonstrou que não, ambos podem caminhar juntos e o "afeto virtual" pode vir a se tornar tão ou mais verdadeiro do que um "afeto real".

 

Oi, estou sendo ignorada...



Você manda uma mensagem. O status da pessoa diz que ela está online, ela visualiza, não lê, não responde. Mas ela está lá, conversando com outras pessoas, mas não te responde. Você não sabe o que se passa pela cabeça dela porque, afinal de contas, ela não te diz absolutamente nada. Então você entra num ciclo esquizofrênico, especulativo e conspiratório sobre infinitas possibilidades de o porque raios a pessoa não pode simplesmente dizer um "sim", um "não" ou pelo menos um "já te respondo mais tarde", "estou ocupado(a)" ou até um "não sei o que te dizer agora ou "ok". Você chora, sente raiva, medo, insegurança, angústia, um carrossel de emoções alternando entre amá-la ou odiá-la... responda a essa maldita mensagem!

 

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