"Precisamos falar sobre Lola"



Antes de começar, espero que tenha compreendido a ironia nas aspas indicando um meme. Obrigada.

Se você chegou até aqui e não frequenta o Twitter, sinto muito, talvez você não entenda sequer uma palavra do que eu vá dizer, mas talvez a leitura possa te interessar para analisar como é o comportamento de algumas pessoas em redes.

O objetivo desse post é mostrar o "modus operandi" de alguns indivíduos que parecem sentir a necessidade de serem ícones representativos de determinados segmentos porém não aceitam que sejam confrontados e muitos menos receber críticas ou sequer que as pessoas discordem de suas opiniões.

Para isso irei ilustrar um caso entre eu e uma feminista chamada "Lola" da qual anteriormente eu não tinha conhecimento algum da existência, apesar dela mesma afirmar que seu blog é o primeiro e mais acessado sobre o assunto feminismo. Eu poderia mencionar também outras pessoas que, como eu, também são vítimas da perseguição dessa senhora que, a todo momento, insiste em dizer que ela é quem é a perseguida. Mas isso renderia um post MAIOR do que ele já será. Esse post também tem a finalidade de me defender das graves acusações a quem me foram imputadas, apesar disso já estar sendo feito judicialmente, infelizmente tive que fazer uma pausa porque coisas mais importantes necessitavam da minha atenção mas as coisas acabaram tomando rumos insuportáveis. Mas munirei vocês de informações para que tirem suas próprias conclusões.

Essa tal de liberdade de expressão, piadas, sátiras e limites



"Liberdade de expressão é o direito de qualquer indivíduo manifestar, livremente, opiniões, ideias e pensamentos, sem a prática de qualquer crime que possa por em causa o direito do outro, sob pena de difundir crime em massa através da comunicação social como poder criminoso sob a capa de fé-pública, designadamente a injúria e a difamação em abuso de um poder. A liberdade de expressão privada é uma relação natural entre as partes e por isso não necessita de prevenção ou censura." (fonte

Em termos práticos, isso significa que o direito próprio e alheio não deve ser afrontado já que os valores pessoais ou coletivos são resguardados pela nossa Constituição Federal e o exercício dessa liberdade não dede afrontar a honra e a dignidade de uma pessoa ou determinado grupo.

Sou gorda mesmo e daí?




Ontem fui "xingada" de algo que nunca fui nas últimas décadas, pelo menos não na minha frente: de gorda. Xingada entre aspas porque eu sou gorda mesmo, é uma realidade. Na verdade eu prefiro dizer que "estou gorda" porque nunca fui assim, pelo contrário, cheguei a ter 50 kg com 1,80 m, o que representa um IMC de 15, bem abaixo do peso, inclusive essa faixa é a menor e começa em 19 (para minha altura, um peso até 84 kg está dentro do normal). Fui arrastada pela minha mãe à força ao médico porque ela estava bem preocupada com minha aparência e comigo em insistir que "eu estava gorda". Não, eu não sofria de anorexia e nem de bulimia, pelo contrário, eu comia e muito. Mas eu tinha uma vida agitada, era atleta, estudava, trabalhava, fazia estágio, teatro, cursos, dormia em média 4h por noite, o que até acabou me levando a uma estafa e um stress antes dos 18 anos.

Os meus, os seus e os nossos amigos



Briga entre pessoas que se conhecem é sempre aquela situação bem delicada que você "ora" para que não aconteça e da qual você tenta fugir e se manter o mais neutro possível, geralmente sem sucesso. Você decide ir ao supermercado e esbarra com a parte "A" da história na fila dos frios que destila toda sua indignação contra a outra parte, a parte "B". Vocês se despedem e, de repente, enquanto está na fila do caixa, a parte "B" te liga para desfilar toda a sorte de "adjetivos" sobre a parte "A". Você fica naquela situação "meio de concordar com tudo" e acenar a cabeça porque, afinal de contas, pode que ser que você não queira tomar parte ou ter que decidir, principalmente quando percebe que ambas as partes estão erradas mas também tem seus pontos de razão. E geralmente as partes irão te pressionar, e muito.

 

Manual básico para entender e viver o casamento LGBT #LoveWins



Ontem (26/06), em decisão história, os Estados Unidos legalizaram o casamento LGBT - entre lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros. Foram anos de batalha e ativismo: uma vitória. 

Por que isso é tão importante? Porque garante a eles os mesmos direitos básicos de qualquer cidadão heterossexual. Por mais que as pessoas possam não aceitar a homossexualidade, segundo suas crenças e filosofias, todos somos seres humanos, pagamos impostos e temos os mesmos direitos, somos iguais perante a lei, ou pelo menos deveríamos ser. 

No Brasil o casamento LGBT é autorizado desde 2013 através da Resolução nº 175 de 14/05/2013 que reconhece a família homoafetiva e o casamento LGBT e que, apesar do termo "resolução", tem força de lei. 

Nas redes sociais uma grande onda colorida de arco-íris invadiu as imagens de avatares das pessoas e até empresas. Por que isso não ocorreu em 2013 quando a união homoafetiva foi regularizada no Brasil? Porque os americanos são festivos e contagiantes e comemoram suas conquistas. E a internet teve muita força nesse momento, principalmente as redes sociais com o apoio de empresas como Google, Facebook e Twitter. 

Muitos foram os questionamentos, então decidi montar esse "manual".

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